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Em 335 aC, o filósofo grego Aristóteles pensava que o cérebro era simplesmente um radiador que impedia o superaquecimento do coração. Por volta de 170 aC, o médico romano Galeno sugeriu que os quatro ventrículos do cérebro (cavidades cheias de fluido) eram a sede do pensamento complexo e de determinadas funções corporais e personalidade. Esta foi uma das primeiras sugestões de que o cérebro era onde residem nossa memória, personalidade e pensamento. 

Primeiro esboço do sistema nervoso

No século 16, o anatomista belga Andreas Vesalius criou um mapa altamente detalhado do sistema nervoso e argumentou contra os ventrículos como o local das funções cerebrais. Agora sabemos que ele estava certo: os ventrículos são preenchidos com o líquido cefalorraquidiano que nutre as células cerebrais e protege o cérebro contra o impacto físico.

Eletricidade dispara os nervos

Em 1791, na primeira sugestão de que os impulsos elétricos eram importantes no sistema nervoso, o italiano Luigi Galvani mostrou que a eletricidade aplicada aos nervos podia fazer os músculos se contraírem. 

O cérebro tem regiões

Em 1848, o ferroviário americano Phineas Gage teve uma barra de ferro atingindo sua cabeça, passando pelo lobo frontal esquerdo. Ele sobreviveu, mas aspectos de sua personalidade mudaram, sugerindo que regiões específicas do cérebro eram importantes para certas funções. Essa ideia ficou mais forte depois que estudos realizados nos anos 1860-70 pelos médicos Paul Broca e Carl Wernicke mostraram que partes específicas do cérebro eram dedicadas a diferentes componentes da fala.

Neurônios, unidades do cérebro

No início dos anos 1900, os anatomistas estavam aproveitando microscópios e novos métodos de coloração para explorar as menores partes do cérebro. Os neuroanatomistas Santiago RamÓn y Cajal e Camillo Golgi receberam o Prêmio Nobel de 1906 por identificar que as células nervosas (neurônios) são os blocos de construção do cérebro e mostrar que existem muitos tipos diferentes.

Comunicação no cérebro

Em 1932, Sir Charles Sherrington e Edgar Adrian ganharam o Prêmio Nobel por propor o conceito de sinapses (junções entre neurônios, na foto), que avançou na compreensão do sistema nervoso central; Alan Hodgkin, Andrew Huxley e o australiano Sir John Eccles ganharam um Prêmio Nobel em 1963 por mostrar como os neurônios se comunicam por meio de sinalização elétrica e química.

Explosão da neurociência

A partir da década de 1960, houve uma explosão de pesquisas em neurociência. Com rápidos avanços em tecnologia e colaboração em campos como física e genética, os cientistas deram grandes saltos na compreensão do cérebro, por meio de imagens detalhadas e mapeamento de redes e decifrando caminhos químicos.

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