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PASSO SETE “Humildemente pedimos a Ele que removesse nossos defeitos.” Os defeitos de caráter são as causas da dor e do sofrimento nas nossas vidas. Se contribuíssem para a nossa saúde e felicidade, não teríamos chegado a um tal estado de desespero.

Tivemos que ficar prontos para que Deus, da maneira como nós O compreendíamos, removesse estes defeitos. Decidindo que queríamos que Deus nos aliviasse dos aspectos inúteis ou destrutivos das nossas personalidades, chegamos ao Sétimo Passo. Não conseguíamos lidar sozinhos com as provações das nossas vidas. E só o percebemos, quando já havíamos feito das nossas vidas uma grande confusão. Ao admiti‐lo, alcançamos um lampejo de humildade. Este é o ingrediente principal do Passo Sete. A humildade resulta de sermos mais honestos conosco. Temos praticado a honestidade desde o Passo Um. Aceitamos nossa adicção e impotência. Encontramos uma força além de nós e aprendemos a confiar nela. Examinamos nossas vidas e descobrimos quem somos realmente. Somos verdadeiramente humildes quando aceitamos e tentamos, honestamente, ser quem somos. Nenhum de nós é perfeitamente bom ou inteiramente mau. Somos pessoas com qualidades e deficiências. E, acima de tudo, somos humanos. A humildade é tão importante para nos mantermos limpos, como comer e beber são importantes para a nossa sobrevivência. À medida que a nossa adicção progredia, dedicávamos a nossa energia a satisfazer nossos desejos materiais. Todas as outras necessidades estavam fora do nosso alcance. Queríamos sempre a satisfação dos nossos desejos básicos. O Sétimo Passo é de ação, e chegou a hora de pedirmos a Deus ajuda e alívio. Temos que compreender que a nossa maneira de pensar não é a única; outras pessoas podem nos aconselhar. Quando alguém nos aponta um defeito, a nossa primeira reação poderá ser defensiva. Temos que compreender que não somos perfeitos. Sempre haverá espaço para o crescimento. Se quisermos realmente ser livres, ouviremos atentamente o que os companheiros tiverem a nos dizer. Se os defeitos que descobrirmos forem reais, e tivermos oportunidade de nos livrarmos deles, certamente experimentaremos uma sensação de bem‐estar. Alguns vão querer dar este passo de joelhos. Alguns permanecerão em silêncio, e outros demonstrarão uma intensa boa vontade, através de um grande esforço emocional. A palavra humildade se aplica, pois nós nos aproximamos deste Poder maior do que nós, para Lhe pedirmos a liberdade de uma vida sem as limitações passadas. Muitos de nós estão dispostos a trabalhar este passo sem reservas, na base da pura fé cega, pois estamos cansados do que temos feito e de como nos sentimos. Iremos até o fim com qualquer coisa que funcione. Esta é a nossa estrada para o crescimento espiritual. Mudamos todos os dias. Aos poucos e com cuidado, saímos do isolamento e da solidão da adicção e entramos na corrente da vida. Este crescimento não é o resultado de um desejo, é resultado de ação e oração. O objetivo principal do Passo Sete é sair de nós mesmos e lutar para alcançar a vontade do nosso Poder Superior. Se formos descuidados e não conseguirmos captar o significado espiritual deste passo, poderemos ter dificuldades e atiçar velhos problemas. Um dos perigos é sermos excessivamente duros conosco. Partilhar com outros adictos em recuperação ajuda a evitar que nos tornemos morbidamente sérios a nosso respeito. Aceitar os defeitos dos outros pode nos ajudar a nos tornarmos humildes e pode abrir o caminho para que os nossos próprios defeitos sejam removidos. Muitas vezes, Deus se manifesta através daqueles que se importam com a recuperação, ajudando‐nos a tomar conhecimento dos nossos defeitos. Reparamos que a humildade tem um papel muito importante neste programa e na nossa nova maneira de viver. Fazemos o nosso inventário; prontificamo‐nos a deixar que Deus remova nossos defeitos de caráter; humildemente pedimos a Ele que remova os nossos defeitos. Este é o nosso caminho para o crescimento espiritual, e vamos querer continuar. Estamos prontos para o Passo Oito.

 

PASSO OITO “Fizemos uma lista de todas as pessoas que tínhamos prejudicado e dispusemo‐nos a fazer reparações a todas elas.” O Passo Oito é o teste da nossa recém‐encontrada humildade. Nosso objetivo é a libertação da culpa que temos carregado. Queremos olhar o mundo de frente, sem agressividade ou medo. Estamos dispostos a fazer uma lista de todas as pessoas que prejudicamos, a fim de limpar o medo e a culpa que o passado ainda nos traz? Nossa experiência demonstra que precisamos sentir boa vontade para que este passo possa surtir qualquer efeito. O Oitavo Passo não é fácil; exige um novo tipo de honestidade nas nossas relações com os outros. O Oitavo Passo inicia o processo do perdão: perdoamos aos outros, possivelmente somos perdoados e, finalmente, nós nos perdoamos e aprendemos a viver no mundo. Quando chegamos a este passo, estamos prontos para compreender mais do que sermos compreendidos. Podemos viver e deixar viver mais facilmente, quando conhecemos as áreas em que devemos reparações. Pode parecer difícil agora, mas, depois que o fizermos, perguntaremos por que não tínhamos feito isso há mais tempo. Precisamos de um pouco de verdadeira honestidade para podermos fazer uma lista precisa. Na preparação para fazer a lista do Oitavo Passo, é importante que se defina o que é “prejudicar.” Uma definição de prejuízo é dano físico ou mental. Outra definição de prejudicar é causar dor, sofrimento ou perda. O prejuízo pode ser causado por algo que seja dito, feito ou deixado de fazer. Podemos ter prejudicado com palavras ou ações, intencionais ou não. O grau de prejuízo pode variar desde fazer com que alguém se sinta mentalmente desconfortável, até o dano físico ou mesmo a morte. O Oitavo Passo nos confronta com um problema. Muitos de nós têm dificuldade de admitir que prejudicaram outras pessoas, pois julgavam‐se vítimas da sua adicção. É crucial evitar esta racionalização no Oitavo Passo. Temos que separar o que fizeram conosco daquilo que fizemos com os outros. Deixamos de lado as nossas justificativas e idéias de sermos vítimas. Freqüentemente sentimos que só prejudicamos a nós mesmos, porém normalmente nós nos colocamos em último lugar na lista, quando nos colocamos. Este passo faz o trabalho externo para reparar os destroços das nossas vidas. Não nos tornaremos pessoas melhores, julgando os erros dos outros. O que nos fará sentir melhor é limpar nossas vidas, aliviando a culpa. Ao escrevermos nossa lista, já não poderemos mais negar que tenhamos causado prejuízos. Admitimos que prejudicamos outras pessoas, direta ou indiretamente, através de alguma ação, mentira, promessa quebrada ou negligência. Fazemos a nossa lista, ou a tiramos do nosso Quarto Passo, e acrescentamos mais nomes, à medida que nos vêm à cabeça. Encaramos a lista com honestidade e examinamos abertamente os nossos erros, com o objetivo de nos dispormos a fazer reparações. Em alguns casos, podemos não conhecer as pessoas com quem fomos injustos. Quando usávamos, qualquer pessoa com quem entrássemos em contato corria o risco de sair prejudicada. Muitos membros mencionam os seus pais, cônjuges, filhos, amigos, amantes, outros adictos, conhecidos ocasionais, colegas de trabalho, patrões, professores, senhorios e desconhecidos. Podemos também nos incluir na lista, pois na nossa adicção ativa estávamos lentamente cometendo suicídio. Podemos achar benéfico fazer uma lista separada das pessoas a quem devemos reparações financeiras. Como em todos os passos, temos que ser profundos. A maioria de nós fica aquém dos objetivos, mais freqüentemente do que os ultrapassa. Ao mesmo tempo, não podemos desistir deste passo, só porque não temos certeza de que nossa lista esteja completa. Ela nunca será completa. A última dificuldade em fazer o Oitavo Passo é separá‐lo do Nono Passo. Projetar as reparações propriamente ditas pode ser um obstáculo maior, tanto para se fazer a lista, como para se dispor a fazer reparações. Fazemos este passo, como se não houvesse o Nono Passo. Nem sequer pensamos em fazer as reparações, se nos concentramos exatamente no que diz o Oitavo Passo: fazer uma lista e se dispor. O mais importante é que este passo nos ajuda a criar uma consciência de que estamos, aos poucos, ganhando novas atitudes em relação a nós mesmos e no trato com as outras pessoas. Ouvindo atentamente a experiência de outros membros com este passo, poderemos esclarecer qualquer confusão que possamos ter quanto a escrever a lista. Nossos padrinhos também poderão partilhar conosco como o Passo Oito funcionou para eles. Fazendo perguntas durante a reunião, podemos ter o benefício da consciência de grupo. O Oitavo Passo oferece uma grande mudança numa vida dominada pela culpa e pelo remorso. Nossos futuros são modificados, porque não temos que evitar as pessoas que prejudicamos. Como resultado deste passo, recebemos uma nova liberdade que pode pôr fim ao isolamento. Quando percebemos a nossa necessidade de sermos perdoados, temos a tendência de perdoar mais. Pelo menos, sabemos que não estamos mais magoando os outros intencionalmente. O Oitavo Passo é de ação. Como todos os passos, oferece benefícios imediatos. Agora, estamos livres para começar nossas reparações no Passo Nove.

 

PASSO NOVE “Fizemos reparações diretas a tais pessoas, sempre que possível, exceto quando fazê‐lo pudesse prejudicá‐las ou a outras.” Este passo não deve ser evitado. Se assim fizermos, estaremos reservando, em nosso programa, um espaço para a recaída. Às vezes, o orgulho, o medo e a procrastinação parecem uma barreira intransponível; obstruem o caminho do progresso e do crescimento. O importante é partirmos para a ação, e estarmos prontos para aceitar as reações das pessoas que prejudicamos. Fazemos as reparações o melhor que podemos. É essencial escolhermos o momento certo deste passo. Devemos fazer as reparações quando a oportunidade aparecer, exceto quando fazê‐lo possa causar mais prejuízo. Às vezes, não poderemos realmente fazer as reparações, por não ser possível nem prático. Em alguns casos, as reparações podem estar além dos nossos recursos. Descobrimos que a boa vontade pode substituir a ação, quando não for possível entrar em contato com a pessoa que prejudicamos. Entretanto, jamais devemos deixar de entrar em contato com alguém por constrangimento, medo ou procrastinação. Queremos nos livrar da nossa culpa, mas não queremos fazê‐lo à custa de outra pessoa. Podemos correr o risco de envolver uma terceira pessoa ou algum companheiro dos tempos de ativa, que não queira ser exposto. Não temos o direito nem a necessidade de colocar outra pessoa em apuros. É necessário, freqüentemente, receber orientação de outras pessoas nestes assuntos. Recomendamos entregar nossos problemas legais a advogados, e nossos problemas financeiros ou médicos a profissionais. Aprender a viver bem é, em parte, aprender a saber quando precisamos de ajuda. Em alguns relacionamentos antigos, ainda pode existir um conflito não resolvido. Fazemos a nossa parte para resolver velhos conflitos através das reparações. Queremos nos desviar de mais antagonismos e de contínuos ressentimentos. Em muitos casos, só podemos procurar a pessoa e pedir‐lhe, humildemente, que compreenda os nossos erros passados. Às vezes, será uma ocasião de alegria, quando velhos amigos ou parentes se mostrarem dispostos a abrir mão da sua amargura. Pode ser perigoso procurar alguém que ainda esteja magoado com os nossos desacertos. Pode ser necessário fazer reparações indiretas, quando as reparações diretas não forem seguras, ou puderem ameaçar outras pessoas. Fazemos as nossas reparações o melhor que podemos. Tentamos lembrar que fazemos as reparações por nós mesmos. Em vez de nos sentirmos culpados ou com remorsos, nós nos sentimos aliviados do nosso passado. Aceitamos que foram as nossas ações que causaram a nossa atitude negativa. O Passo Nove ajuda‐nos com a nossa culpa e ajuda os outros com a sua raiva. Às vezes, a única reparação que podemos fazer é nos mantermos limpos. Devemos isso a nós mesmos e às pessoas que amamos. Não estamos mais fazendo confusão em sociedade por causa do nosso uso. Às vezes, a única maneira de fazermos reparações é contribuirmos para a sociedade. Agora estamos ajudando a nós mesmos e a outros adictos a se recuperarem. Esta é uma enorme reparação a toda a comunidade. No processo da nossa recuperação, somos devolvidos à sanidade, e parte da sanidade é, de fato, o relacionamento com os outros. Com menos freqüência, encaramos as pessoas como uma ameaça à nossa segurança. A verdadeira segurança vai substituir a dor física e a confusão mental que vivemos no passado. Com humildade e paciência, procuramos as pessoas que prejudicamos. Muitas das pessoas que nos querem bem podem relutar em aceitar a realidade da nossa recuperação. Temos que nos lembrar da dor que conheceram. Com o tempo, muitos milagres vão acontecer. Muitos de nós, que estiveram separados de suas famílias, conseguiram reatar relações com elas. Vai se tornando mais fácil para elas aceitar a nossa mudança. O tempo limpo fala por si. A paciência é uma parte importante da nossa recuperação. O amor incondicional que experimentamos vai rejuvenescer a nossa vontade de viver e, para cada atitude positiva da nossa parte, haverá uma oportunidade inesperada. Uma reparação exige muita coragem e fé, e o resultado é muito crescimento espiritual. Estamos nos libertando dos destroços do nosso passado. Vamos querer manter a nossa casa em ordem, praticando um contínuo inventário pessoal no Passo Dez.

 

PASSO DEZ “Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente.” O Passo Dez nos liberta dos destroços do nosso presente. Se não continuarmos atentos aos nossos defeitos, eles poderão nos levar para um beco sem saída, do qual não conseguiremos escapar limpos. Uma das primeiras coisas que aprendemos em Narcóticos Anônimos é: se usamos, perdemos. Da mesma forma, também não sentiremos tanta dor, se pudermos evitar aquilo que nos provoca dor. Continuar fazendo o inventário pessoal significa que criamos o hábito de olhar regularmente para nós mesmos, nossas ações, atitudes e relacionamentos. Somos criaturas de hábitos, e somos vulneráveis às nossas velhas maneiras de pensar e reagir. Às vezes, parece mais fácil continuar no velho trilho da autodes‐truição do que tentar uma nova rota, aparentemente perigosa. Não precisamos ser encurralados pelos nossos velhos padrões. Hoje, temos uma escolha. O Décimo Passo pode nos ajudar a corrigir nossos problemas com a vida, e evitar que se repitam. Examinamos as nossas ações durante o dia. Alguns de nós escrevem sobre os seus sentimentos, avaliando como se sentiram e qual a sua participação nos problemas que tenham ocorrido. Prejudicamos alguém? Temos que admitir que estávamos errados? Se encontramos dificuldades, fazemos um esforço para resolvê‐las. Quando estas coisas ficam pendentes, elas têm sua maneira de envenenar o espírito. Este passo pode ser uma defesa contra a velha insanidade. Podemos nos perguntar se estamos sendo arrastados para os velhos padrões de raiva, ressentimento ou medo. Sentimo‐nos encurralados? Estamos arranjando problemas? Estamos muito famintos, raivosos, solitários ou cansados? Estamos nos levando muito a sério? Estamos julgando nosso interior pela aparência exterior dos outros? Estamos sofrendo de algum problema físico? As respostas a estas perguntas podem nos ajudar a lidar com as dificuldades do momento. Não precisamos mais viver com sensação de mal‐estar. Muitas das nossas principais preocupações e dificuldades maiores vêm da nossa inexperiência de viver sem drogas. Muitas vezes, quando perguntamos a alguém com mais tempo de programa o que devemos fazer, ficamos surpresos com a simplicidade da resposta. O Décimo Passo pode ser uma válvula de escape. Trabalhamos este passo enquanto os altos e baixos do dia ainda estão frescos na nossa mente. Listamos o que fizemos e tentamos não racionalizar as nossas ações. Isto pode ser feito por escrito no fim do dia. A primeira coisa que fazemos é parar! Depois nós nos damos um tempo e nos permitimos o privilégio de pensar. Examinamos as nossas ações, reações e motivos. Muitas vezes, descobrimos que estamos nos saindo melhor do que temos sentido. Isto nos permite examinar nossas ações e reconhecer o erro, antes que as coisas piorem. Precisamos evitar racionalizações. Prontamente admitimos nossos erros, não os justificamos. Trabalhamos este passo continuamente. Trata‐se de uma ação preventiva. Quanto mais trabalharmos este passo, menos precisaremos da sua parte corretiva. Este passo é uma grande ferramenta para evitar a aflição, antes de cairmos nela. Vigiamos os nossos sentimentos, emoções, fantasias e ações. Olhando constantemente para nós mesmos, conseguimos evitar a repetição das ações que nos fazem sentir mal. Precisamos deste passo, mesmo quando nos sentimos bem e quando as coisas estão dando certo. Os sentimentos bons são uma coisa nova para nós, e precisamos nutri‐los. Em momentos de confusão, podemos tentar as coisas que funcionaram nos momentos bons. Temos o direito de nos sentirmos bem. Temos uma escolha. Os bons momentos também podem ser uma armadilha; corremos o perigo de esquecer que a nossa primeira prioridade é nos mantermos limpos. Para nós, a recuperação é mais do que apenas prazer. Precisamos lembrar que todos cometem erros. Nunca seremos perfeitos. Mas nós podemos nos aceitar, usando o Passo Dez. Continuando o inventário pessoal, somos libertados, aqui e agora, de nós mesmos e do passado. Não justificamos mais a nossa existência. Este passo nos permite sermos nós mesmos.

 

PASSO ONZE “Procuramos, através de prece e meditação, melhorar o nosso contato consciente com Deus, da maneira como nós O compreendíamos, rogando apenas o conhecimento da Sua vontade em relação a nós e o poder de realizar esta vontade.” Os primeiros dez passos prepararam o terreno para melhorarmos o nosso contato consciente com o Deus da nossa compreensão. Eles nos dão a base para alcançarmos as nossas metas positivas que, há muito, buscamos. Entrando nesta fase do nosso programa espiritual, através da prática dos dez passos anteriores, a maioria de nós acolhe de bom grado o exercício da prece e da meditação. Nosso estado espiritual é o alicerce de uma recuperação bem sucedida, que oferece crescimento ilimitado. Muitos de nós começam realmente a apreciar a recuperação, quando chegam ao Décimo‐Primeiro Passo. Neste passo, nossas vidas adquirem um significado mais profundo. Deixando de controlar, ganhamos um poder muitíssimo maior através da rendição. A natureza da nossa crença irá determinar a maneira como oramos ou meditamos. Só precisamos da certeza de que temos um sistema de crença que funcione para nós. Os resultados contam na recuperação. Como já foi dito anteriormente, as nossas preces pareceram funcionar, assim que entramos no Programa de Narcóticos Anônimos e nos rendemos à nossa doença. O contato consciente, descrito neste passo, é o resultado direto da vivência dos passos. Usamos este passo para melhorar e manter o nosso estado espiritual. Quando viemos para o programa pela primeira vez, recebemos a ajuda de um Poder maior do que nós. Isto se deu com a nossa rendição ao programa. O objetivo do Décimo‐Primeiro Passo é aumentar a nossa consciência desse Poder e melhorar a nossa capacidade de usá‐la como fonte de força nas nossas novas vidas. Quanto mais aprimoramos o nosso contato consciente com nosso Deus, através de prece e meditação, mais fácil fica dizer: “Seja feita a Sua vontade, não a minha.” Podemos pedir a ajuda de Deus quando precisamos, e nossas vidas melhoram. Nem sempre as experiências dos outros com meditação e crenças religiosas individuais são adequadas para nós. O nosso programa não é religioso, é espiritual. Quando chegamos ao Décimo‐Primeiro Passo, já identificamos e lidamos com os defeitos de caráter, que nos causavam problemas no passado, através do trabalho dos dez passos anteriores. A imagem do tipo de pessoa que gostaríamos de ser é apenas um vislumbre da vontade de Deus para nós. Freqüentemente, a nossa perspectiva é tão limitada que só conseguimos ver nossas vontades e necessidades imediatas. É fácil recairmos nas nossas velhas maneiras. Temos que aprender a manter as nossas vidas numa sólida base espiritual, para assegurarmos a continuidade do nosso crescimento e da nossa recuperação. Deus não vai nos impor a Sua bondade, mas poderemos recebê‐la, se pedirmos. Geralmente, sentimos uma diferença na hora, mas, só mais tarde, notamos a diferença em nossas vidas. Quando, finalmente, tiramos nossos motivos egoístas do caminho, começamos a descobrir uma paz que nunca imaginamos ser possível. A moralidade forçada não tem o poder que vem a nós, quando escolhemos uma vida espiritual. A maioria de nós reza, quando está com dor. Aprendemos que, se rezarmos com regularidade, não sentiremos dor com tanta freqüência ou com tanta intensidade. Fora de Narcóticos Anônimos, existem incontáveis grupos diferentes que praticam meditação. Quase todos esses grupos estão ligados a uma determinada religião ou filosofia. O endosso de qualquer destes métodos seria uma violação das nossas tradições e uma restrição ao direito individual de ter um Deus da sua compreensão. A meditação permite que nos desenvolvamos espiritualmente da nossa própria maneira. Algumas das coisas que não funcionavam para nós no passado poderão funcionar hoje. Temos um novo olhar a cada dia, com a mente aberta. Sabemos que, se rogarmos a vontade de Deus, receberemos o que for melhor para nós, independente do que pensamos. Este conhecimento é baseado na nossa crença e na nossa experiência como adictos em recuperação. Orar é comunicar nossas preocupações a um Poder maior do que nós. Às vezes, quando rezamos, acontece uma coisa impressionante: encontramos os meios, maneiras e energias para realizarmos tarefas que estão muito além das nossas capacidades. Alcançamos a força ilimitada que nos proporcionam a oração diária e a rendição, enquanto mantivermos a fé e a renovarmos. Para alguns, oração é pedir a ajuda de Deus; meditação é escutar a resposta de Deus. Aprendemos a ser cuidadosos ao rezar por coisas específicas. Rezamos para que Deus nos mostre a Sua vontade, e para que nos ajude a realizá‐la. Em alguns casos, a Sua vontade é tão óbvia que temos pouca dificuldade em vê‐la. Em outros, estamos tão egocêntricos que só aceitaremos a vontade de Deus, após muita luta e rendição. Se rogamos a Deus que remova quaisquer influências que nos distraiam, a qualidade das nossas preces geralmente melhora e sentimos a diferença. A prece exige prática, e devemos nos lembrar que as pessoas habilidosas não nascem com as suas habilidades. Foi preciso muito esforço da parte delas para desenvolvê‐las. Através da prece, buscamos o contato consciente com nosso Deus. Na meditação, alcançamos este contato, e o Décimo‐Primeiro Passo nos ajuda a mantê‐lo. Podemos ter sido expostos a muitas religiões e disciplinas meditativas, antes de chegarmos a Narcóticos Anônimos. Alguns de nós estavam aniquilados e totalmente confusos por causa destas práticas. Estávamos certos de que era vontade de Deus que usássemos drogas para alcançarmos uma consciência mais elevada. Muitos de nós se encontravam em estados muito estranhos como resultado destas práticas. Nunca suspeitamos que os efeitos prejudiciais da nossa adicção fossem a raiz da nossa dificuldade, e seguíamos até o fim qualquer caminho que oferecesse esperança. Nos momentos tranqüilos de meditação, a vontade de Deus pode tornar‐se evidente para nós. Acalmar a mente, através da meditação, traz uma paz interior que nos põe em contato com o Deus dentro de nós. Uma premissa básica da meditação é que é difícil, se não impossível, alcançar um contato consciente, a não ser que a mente esteja sossegada. Para que haja progresso, a comum sucessão ininterrupta de pensamentos tem de parar. Por isso, a nossa prática preliminar será sossegar a mente e deixar os pensamentos que brotam morrerem de morte natural. Deixamos nossos pensamentos para trás, à medida que a meditação do Décimo‐Primeiro Passo se torna uma realidade para nós. O equilíbrio emocional é um dos primeiros resultados da meditação, e a nossa experiência confirma isso. Alguns de nós chegaram ao programa quebrados e se agüentaram por um tempo, só para encontrarem Deus ou a salvação em algum tipo de culto religioso. É fácil flutuarmos porta afora numa nuvem de fervorreligioso, e esquecermos que somos adictos com uma doença incurável. Diz‐se que, para a meditação ter algum valor, os resultados deverão ser sentidos nas nossas vidas cotidianas. Este fato está implícito no Décimo‐Primeiro Passo: “...Sua vontade em relação a nós e o poder de realizar essa vontade.” Para aqueles de nós que não rezam, a meditação é a única maneira de trabalhar este passo. Rezamos porque nos traz paz e devolve nossa confiança e coragem. Ajuda‐nos a viver uma vida livre do medo e da desconfiança. Quando removemos os nossos motivos egoístas, e rogamos por orientação, descobrimos sentimentos de paz e serenidade. Começamos a vivenciar uma consciência e uma empatia com as outras pessoas, o que não era possível antes de trabalharmos este passo. À medida que buscamos o nosso contato pessoal com Deus, começamos a desabrochar como uma flor ao sol. Começamos a ver que o amor de Deus esteve sempre presente, apenas esperando que nós o aceitássemos. Fazemos o trabalho de base e aceitamos o que nos tem sido dado livremente a cada dia. Descobrimos que ficamos mais à vontade com a idéia de confiar em Deus. Quando chegamos pela primeira vez ao programa, costumamos pedir muitas coisas que parecem ser vontades e necessidades importantes. À medida que crescemos espiritualmente e encontramos um Poder maior do que nós, começamos a perceber que, enquanto as nossas necessidades espirituais forem satisfeitas, os nossos problemas existenciais estarão reduzidos a um nível confortável. Quando esquecemos onde reside a nossa verdadeira força, rapidamente ficamos sujeitos aos mesmos padrões de pensamento e ação que primeiro nos trouxeram para o programa. Acabamos redefinindo as nossas crenças e nossa compreensão até o ponto de enxergar que a nossa maior necessidade é o conhecimento da vontade de Deus em relação a nós e a força para realizá‐la. Conseguimos deixar de lado algumas das nossas preferências pessoais, pois aprendemos que a vontade de Deus em relação a nós consiste nas coisas que mais valorizamos. A vontade de Deus para nós torna‐se a nossa própria verdadeira vontade. Isto acontece de uma maneira intuitiva, que não pode ser adequadamente explicada em palavras. Começamos a sentir vontade de deixar que os outros sejam quem são, sem precisarmos julgá‐los. Perdemos a urgência de controlar as coisas. No princípio, não podíamos compreender a aceitação; hoje, podemos. Sabemos que Deus nos deu tudo aquilo que precisamos para o nosso bem‐estar espiritual, independente do que o dia nos trouxe. É certo admitirmos a nossa impotência, pois Deus é suficientemente poderoso para nos ajudar a nos mantermos limpos e a desfrutarmos o progresso espiritual. Deus está nos ajudando a arrumar a casa. Começamos a perceber mais claramente o que é real. Através do contato constante com o nosso Poder Superior, as respostas que buscamos vêm até nós. Ganhamos a capacidade de fazer o que não conseguíamos. Respeitamos as crenças dos outros. Nós o encorajamos a procurar força e orientação de acordo com a sua crença. Somos gratos a este passo, pois começamos a ter o que é melhor para nós. Às vezes, rezávamos de acordo com as nossas vontades, e éramos encurralados por elas. Podíamos rezar e conseguir uma coisa, e depois ter que rezar pela sua remoção, porque não éramos capazes de lidar com ela. Esperamos que, tendo aprendido o poder da oração e a responsabilidade que ela traz consigo, possamos usar o Décimo‐Primeiro Passo como uma diretriz do nosso programa diário. Começamos a rogar apenas a vontade de Deus em relação a nós. Desta maneira, alcançamos apenas aquilo com que somos capazes de lidar. Somos capazes de corresponder e de lidar com isso, pois Deus nos ajuda a nos prepararmos. Alguns de nós simplesmente usam a palavra para agradecer a graça de Deus. Com uma atitude de rendição e humildade, retomamos este passo, repetidamente, para recebermos a dádiva do conhecimento e da força do Deus da nossa compreensão. O Décimo Passo limpa os erros do presente, para que possamos trabalhar o Décimo‐Primeiro Passo. Sem aquele passo, seria improvável que pudéssemos experimentar um despertar espiritual, praticar princípios espirituais nas nossas vidas, ou levar uma mensagem capaz de atrair outras pessoas para a recuperação. Existe um princípio espiritual de dar aquilo que nos foi dado em Narcóticos Anônimos, para podermos mantê‐lo. Ao ajudarmos os outros a se manterem limpos, desfrutamos o benefício da riqueza espiritual que encontramos. Temos que dar livremente e com gratidão o que nos foi dado livremente e com gratidão.

 

PASSO DOZE “Tendo experimentado um despertar espiritual, como resultado destes passos, procuramos levar esta mensagem a outros adictos e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.” Viemos para Narcóticos Anônimos devido aos destroços do nosso passado. A última coisa que esperávamos era um despertar do espírito. Queríamos apenas que a dor parasse. Os passos conduzem a um despertar de natureza espiritual. Este despertar é demonstrado pelas mudanças nas nossas vidas. As mudanças nos tornam mais capazes de viver segundo princípios espirituais, e de levar a nossa mensagem de recuperação e esperança ao adicto que ainda sofre. Entretanto, a mensagem não tem sentido, se não a VIVERMOS. À medida que a vivemos, nossas vidas e ações dão‐lhe maior significado do que nossas palavras e literatura jamais conseguiriam. A idéia de um despertar espiritual toma muitas formas diferentes nas diferentes personalidades que encontramos na Irmandade. Mas todo despertar espiritual tem algumas coisas em comum. Os elementos comuns incluem o fim da solidão e um sentido de direção nas nossas vidas. Muitos de nós acreditam que um despertar espiritual não tem sentido, se não for acompanhado por uma crescente paz de espírito e interesse pelos outros. Para mantermos a paz de espírito, nós nos esforçamos para viver no aqui e agora. Aqueles de nós, que trabalharam estes passos o melhor que puderam, receberam muitos benefícios. Acreditamos que os benefícios são resultado direto de viver este programa. Quando começamos a apreciar o alívio de nossa adicção, corremos o risco de assumir novamente o controle das nossas vidas. Esquecemos a agonia e a dor que conhecemos. Nossa doença controlava as nossas vidas, quando usávamos. Ela está pronta e aguardando para assumir o controle de novo. Rapidamente, esquecemos que todos os nossos esforços passados, para controlarmos as nossas vidas, falharam. A esta altura, a maioria de nós percebe que a única maneira de mantermos o que nos foi dado é partilhar esta nova dádiva da vida com o adicto que ainda sofre. Este é o melhor seguro contra uma recaída na tortuosa existência do uso. Chamamos a isso levar a mensagem , e nós o fazemos de diversas maneiras. No Décimo‐Segundo Passo, praticamos os princípios espirituais de dar a mensagem de recuperação de NA para mantê‐la. Até um membro, com um só dia na Irmandade de NA, pode levar a mensagem de que o programa funciona. Quando partilhamos com alguém novo, podemos pedir para sermos usados como instrumento espiritual do nosso Poder Superior. Não nos colocamos como deuses. Quando partilhamos com uma pessoa nova, muitas vezes, pedimos a ajuda de outro adicto em recuperação. É um privilégio responder a um apelo por ajuda. Nós, que já estivemos no abismo do desespero, sentimo‐nos afortunados por ajudar os outros a encontrarem a recuperação. Ajudamos os novos a aprender os princípios de Narcóticos Anônimos. Tentamos fazer com que eles se sintam bem‐vindos e nós os ajudamos a aprender o que o programa tem a oferecer. Partilhamos nossa experiência, força e esperança. Quando possível, acompanhamos os recém‐chegados a uma reunião. Este serviço abnegado é o verdadeiro princípio do Passo Doze. Recebemos nossa recuperação de um Deus, da maneira que O compreendemos. Nós nos colocamos agora à Sua disposição, como Sua ferramenta, para partilhar a recuperação com aqueles que a procuram. A maioria de nós aprende que só podemos levar nossa mensagem a alguém que esteja pedindo ajuda. Às vezes, o poder do exemplo é a única mensagem necessária, para que o adicto que ainda sofre estenda a mão. Um adicto pode estar sofrendo, mas não estar disposto a pedir ajuda. Podemos nos colocar à disposição destas pessoas, e alguém estará lá, quando elas pedirem. Aprender a ajudar os outros é um benefício do Programa de Narcóticos Anônimos. É impressionante como o trabalho dos Doze Passos nos afasta da humilhação e do desespero, e nos conduz para agirmos como instrumentos do nosso Poder Superior. É‐nos dada a habilidade de ajudar um companheiro adicto, quando ninguém mais consegue. Vemos isso acontecer, entre nós, todos os dias. Esta virada milagrosa é a evidência de um despertar espiritual. Partilhamos da nossa experiência pessoal, como aconteceu conosco. A tentação de dar conselhos é grande, mas, quando o fazemos, perdemos o respeito dos recém‐chegados. Isto turva a nossa mensagem. A mensagem simples e honesta de recuperação da adicção soa verdadeira. Freqüentamos as reuniões e nos fazemos visíveis e dispostos a servir à Irmandade. Damos livremente e com gratidão o nosso tempo, serviço e o que encontramos aqui. O serviço de que falamos em Narcóticos Anônimos é o propósito primordial dos nossos grupos. Serviço é levar a mensagem ao adicto que ainda sofre. Quanto mais prontamente nós mergulhamos e trabalhamos, mais rico será o nosso despertar espiritual. A primeira maneira de levarmos a mensagem fala por si própria. As pessoas nos vêem na rua e lembram‐se de nós errantes, solitários e assustados. Reparam que o medo está deixando nossas faces. Elas nos vêem reviver gradualmente. Uma vez encontrando o caminho de NA, o tédio e a complacência não têm lugar na nossa vida. Mantendo‐nos limpos, começamos a praticar princípios espirituais como esperança, rendição, aceitação, honestidade, mente aberta, boa vontade, fé, tolerância, paciência, humildade, amor incondicional, partilha e interesse. À medida que a nossa recuperação progride, os princípios espirituais tocam todas as áreas das nossas vidas, porque simplesmente tentamos viver este programa aqui e agora. Encontramos a alegria, quando começamos a aprender como viver pelos princípios de recuperação. É a satisfação de ver uma pessoa limpa, há dois dias, dizer a outra, com um dia limpo, que “Um adicto sozinho está em má companhia.” É a alegria de ver alguém, que estava batalhando para conseguir ajudar outro adicto a manter‐se limpo, de repente, conseguir encontrar, no meio da conversa, as palavras necessárias para levar a mensagem de recuperação. Sentimos que nossas vidas estão valendo a pena. Espiritualmente revigorados, estamos contentes por estarmos vivos. Quando usávamos, nossas vidas tornaram‐se um exercício de sobrevivência. Agora, estamos vivendo muito mais do que sobrevivendo. Compreendendo que a base é nos mantermos limpos, podemos apreciar a vida. Gostamos de estar limpos e de levar a mensagem de recuperação ao adicto que ainda sofre. Ir a reuniões realmente funciona. A prática de princípios espirituais no nosso dia‐a‐dia nos conduz a uma nova imagem de nós mesmos. Honestidade, humildade e mente aberta ajudam‐nos a tratar os outros de maneira justa. Nossas decisões passam a ser temperadas com tolerância. Aprendemos a nos respeitar. As lições que aprendemos na nossa recuperação, às vezes, são amargas e dolorosas. Ajudando os outros, encontramos a recompensa do auto‐respeito, pois temos a possibilidade de partilhar estas lições com outros membros de Narcóticos Anônimos. Não podemos negar a outros adictos a sua dor, mas podemos levar a mensagem de esperança que nos foi dada por companheiros adictos em recuperação. Partilhamos os princípios da recuperação, como eles funcionaram nas nossas vidas. Deus nos ajuda, quando ajudamos uns aos outros. A vida assume um novo significado, uma nova alegria, e a qualidade de ter valor e de valer a pena. Somos revigorados espiritualmente, e estamos contentes por estarmos vivos. Um aspecto do nosso despertar espiritual surge através da nova compreensão do nosso Poder Superior que desenvolvemos, compartilhando a recuperação de outro adicto. Sim, somos uma visão de esperança. Somos exemplos de que o programa funciona. A felicidade que temos em viver limpos é uma atração para o adicto que ainda sofre. Nós nos recuperamos para uma vida limpa e feliz. Bem‐vindo a NA. Os passos não terminam a

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